Anistia e integração sudamericana
"Para Santos, apoiado pelo popular presidente Álvaro Uribe, acordos humanitários "não têm nada de humanitário" e incentivam a guerrilha a realizar mais crimes deste tipo, justamente em um momento em que esta prática foi reduzida. Mockus, por sua vez, diz que não quer “nem ouvir falar em negociação enquanto o grupo armado detiver reféns” e defende que as libertações unilaterais precisam ser mediadas pela Cruz Vermelha e pela Igreja Católica." Do UOL
Ainda bem que Uribe está saindo do poder. O que virá, o apoiado ou oposicionista e ex-prefeito de Bogotá?
Espero que não seja a situação, pois, se a Nigéria está em processo de finalizar sua guerra civil com um processo de anistia e acordos humanitários, além de ações sociais, porque a Colômbia também não pode fazer o mesmo? Acho que seria muito interessante isso. Utilizar todo o conhecimento de selva das FARC e ELN para construir toda uma estrutura de turismo e transformar a Colômbia num pólo turístico com atrativos que nenhum outro lugar consegue: ter uma floresta com tanta diversidade e tão bela. Além de ter paisagens belíssimas.
Marcadores: sociedade versus economia
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